É uma droga de uso permitido presente em bebidas alcóolicas. O seu consumo excessivo causa desde acidez estomacal, baixa temperatura corporal, dupla visão, perda de equilíbrio e vômito, até intoxicações agudas que podem levar ao coma e até à morte. Os dependentes podem desenvolver doenças no fígado, problemas no aparelho digestivo, no sistema cardiovascular e quadros de polineurite alcoólica.

Os sintomas comportamentais são agressividade, sensibilidade emocional, irritabilidade, deterioração da capacidade de raciocínio e descoordenação, entre outros. Homens que consomem mais que 14 drinques por semana e mulheres que consomem mais que 7 drinques são considerados sujeitos com risco de alcoolismo.

É uma substância estimulante oriunda de folhas conhecidas como ‘coca’ e pode ser consumida por inalação, via intravenosa e, menos comumente, através do fumo - quando sob a forma de base. Entre os efeitos estão perda de apetite, fraqueza, comportamento violento, irritabilidade, tremores, medo, paranoia e, eventualmente, alucinações e delírios; e as consequências passam por ressecamento das narinas e prejuízo na irrigação sanguínea nasal e efeitos cardiovasculares - como taquicardia, hipertensão e palpitações.

Os efeitos podem levar ao óbito. Euforia, excitação, falta de apetite, insônia e aumento ilusório da energia são alguns dos fatores de identificação de um dependente de cocaína.

A mistura de pasta cocaína com bicarbonado de sódio se apresenta em forma de pequenas pedras, é consumido através da queima e tem efeito que dura cerca de 10 minutos. Os efeitos são euforia plena que desaparece rapidamente e depressão posterior, e as consequências são comportamento violento, tremores, paranoia e desconfiança, lábios, língua e garganta queimados, problemas respiratórios e ataque cardíaco e derrame cerebral (quando usada excessivamente).

Hiperatividade, insônia, perda de sensação de cansaço e de apetite, são fatores identificadores de um dependente; e, quando em uso constante, o indivíduo passa a apresentar cansaço intenso e falta de interesse sexual.

A substância sedativa do sistema nervoso central se apresenta em forma de sal, é vendida sob forma de pó diluído em água e começa a fazer efeito em, até, uma hora. Quando consumido em pequenas doses, os efeitos do GHB são semelhantes aos do álcool ou ecstasy, como energia, bem estar, euforia, relaxamento, confiança, desinibição e sensualidade, e as consequências podem ser desde intoxicações intensas (quando em pequenas dosagens) até o coma (com doses excessivas associadas ao álcool).

Como é geralmente associado ao álcool, o GHB passa quase despercebido e uma pessoa pode, inclusive, consumi-lo sem saber.

São substâncias produzidas a partir de solventes e aerossóis e consumidas pela aspiração. Os efeitos são sensação de excitação, euforia, perturbações auditivas, visuais e alucinações e o uso repetido pode levar à destruição de neurônios ocasionando sintomas como o déficit de memória.

As consequências do uso abusivo de inalantes passam por excitação seguida de falta de coordenação e vertigem, até o coma e a morte; também, os inalantes podem reduzir o fluxo de oxigênio no cérebro, danos à medula óssea, rins e fígado.

O solvente à base éter, clorofórmio, cloreto de etila e essência é consumido por inalação. É capaz de acelerar a frequência cardíaca levando à parada cardíaca, depressão respiratória e arritmia, destruição dos neurônios e, consequentemente, à morte. Causa excitação, tontura, perturbações auditivas, visão embaçada e perda de autocontrole.

Ansiedade e violência são fatores identificadores de um usuário ou dependente de lança perfume.

Maconha é nome popular da planta Cannabis Sativa, que produz a substância química THC - responsável pelos efeitos psíquicos da droga. A planta, que pode ser fumada ou ingerida, causa efeitos como avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia e as consequências do uso contínuo são graves e podem afetar diversos órgãos, como os pulmões. Além das reações à inalação de fumaça, o consumo da maconha diminui a produção da testosterona nos homens, assim como a capacidade dos usuários de aprendizagem, memorização e realização de tarefas simples.

Para identificar um usuário, efeitos como avermelhamento dos olhos, calma e risos em demasia são sinais evidentes.

A droga derivada do ópio e sintetizada em laboratório é utilizada, geralmente, por pacientes terminais (por administração oral ou intercutânea). Afeta determinados receptores do sistema nervoso, causando euforia, bem estar e rápida dependência – o que a torna perigosa. Os efeitos caracterizam-se por tremores, suores, respiração rápido, anorexia, dores musculares, prisão de ventre e pupilas retraídas, entre outros.

A droga pode levar o usuário ao estado de coma e à morte, já que deprime regiões do cérebro que controlam a respiração, os batimentos cardíacos e a pressão arterial.

Variante do crack ainda pouco conhecido, o oxi é feito de pasta de cocaína e pode conter cal, diesel, gasolina e solução de bateria. A droga é fumada em cachimbos improvisados, atinge o cérebro em poucos segundos e tem efeito passageiro - levando o usuário à dependência muito rapidamente. Os efeitos do oxi são similares aos do crack, e seu uso leva a sérias consequências (problemas renais e no aparelho digestivo) logo nos primeiros dias de consumo.

É comum que os usuários apresentem dificuldades para respirar, amarelamento da pele e envelhecimento. O óbito é consequência frequente entre os dependentes em menos de dois anos de consumo desta droga.

Representam uma série de drogas produzidas em laboratório que estimulam o sistema nervoso central fazendo com que o cérebro trabalhe em ritmo acelerado e deixando os usuários, ‘alertas’. Causam insônia, perda de apetite e euforia, entre outros efeitos, e podem levar a sérias consequências - como problemas na circulação sanguínea, aumento da pressão arterial, derrames, isquemias e convulsões.

Agressividade, irritação, delírio persecutório, alucinação e palidez podem ser sinais do uso exagerado de comprimidos de anfetamina.

São substâncias alucinógenas originárias de fungos que não causam dependência ou síndrome de abstinência. As espécies mais comuns são a Muscaria e a Psicocybe Cubenses; a primeira causa sensações como euforia, falta de noção de tempo e alucinações visuais e a segunda ocasiona sonolência, visão obscura e dilatação da pupila.

Como consequências, intoxicações, estimulação do sistema nervoso central e possível óbito (Muscaria) e salivação, perda de controle do esfíncter e uretra, lacrimejamento, cólicas, náuseas, queda do ritmo cardíaco e da pressão arterial (Psicocybe Cubenses).

A droga sintética quimicamente (popularmente chamada de bala) tem grande potencial de dependência. Causa euforia e bem estar intensos, alivia dores, gera ‘sensações de amor e paixão’ e provoca alucinações. Consequências como ressecamento da boca, náuseas, falta de apetite, coceiras, espasmos musculares e do maxilar, fadigas e contrações oculares, entre outros, são comuns e o aumento da temperatura corpórea leva muitos usuários a óbito.

Dilatação da pupila, rangido dos dentes, episódios depressivos posteriores ao uso e insônia são eventos possíveis de identificação do uso dessa droga.

O pó branco é geralmente usado por via injetável e os efeitos imediatos são sensações de prazer, bem estar e euforia. Pode provocar vômitos, diarreia, necrose de tecidos, dores musculares, taquicardia e insônia, entre outros inconvenientes. Abordos espontâneos, surdez, delírio, descompassos cardíacos, depressão do ciclo circulatório, colapso nervoso e mortes por paradas respiratórias podem ser consequências, quando o uso é contínuo.

O compartilhamento de seringas é comum entre os usuários, o que pode decorrer em doenças como hepatites, AIDS e pneumonias. Problemas relacionados a dificuldades de sociabilização são úteis para identificar um usuário.

É um anestésico restrito ao uso veterinário, que em baixas doses pode produzir sensações como pensamentos fantasiosos, diminuição da atividade motora, alterações no humor e potencial para ver o ‘mundo de forma diferente’. Em longo prazo seu uso pode causar ansiedade, depressão, perda de memória e pensamento suicida.

Além de cheirada ou adicionada a bebidas, a ketamina pode ser misturada em água e injetada no músculo. Algumas vezes, pode ser encontrada em comprimidos.

A dietilamina do ácido lisérgico (LSD) é uma droga consumida por via oral e, menos comumente, através do fumo. Produz distorções no funcionamento do cérebro gerando sensações como euforia, excitação, pânico e ilusões assustadoras. Percepções alteradas de formas e cheiros, manias de grandeza e perseguição e incapacidade de análise de situações corriqueiras também são quadros comuns – fazendo com que o usuário perca a noção da realidade e coloque a si mesmo em situações de risco.

As consequências passam por dilatação das pupilas, aceleração dos batimentos cardíacos e aumento do suor e, nos casos mais graves, pode haver quadros de convulsões.

Produzida em laboratório e utilizada através do fumo, inalação ou ingestão (capsulas) por jovens da classe média, chega a ser 10 vezes mais potente que a cocaína. O efeito breve provoca euforia, aumento da resistência e falta de sono e, como age no sistema nervoso central, acelera o coração e a pressão sanguínea – podendo levar a um ataque cardíaco.

As graves consequências passam por pânico, alucinações, convulsões, corrosão de dentes, rosto e gengivas, entre outros.

Também conhecida como papoula, a droga produzida a partir do látex extraído da planta dormideira pode ser fumada ou utilizada em forma de supositório e comprimido. Do ópio originam-se também os opiácios naturais, os semi-sintéticos e os naturais. Como deprime o sistema nervoso central, pode produzir hipnose, analgesia e, em doses excedentes, afetar outras regiões cerebrais ocasionando a redução da frequência cardíaca e respiratória. Entre as consequências estão vômitos, náuseas, perda de peso, ansiedade, tonturas, falta de ar, contração da pupila, pesadelos e prisão de ventre, entre outros. Crises de abstinências sob forma de bocejos, diarreias, câimbras abdominais, insônia, inquietação e vômito podem ser indícios de identificação de uso por uma pessoa.

Em pouco tempo a dependência torna-se grave, levando à deterioração cerebral, ao coma e até à morte. Essas drogas têm efeito farmacológico, ou seja, podem ser administradas como prescrição médica (como a codeína).

São mais de 100 diferentes medicamentos produzidos por indústrias farmacêuticas que têm a capacidade de atuar sobre a ansiedade e a tensão. Os chamados ‘ansiolíticos’ diminuem ou encerram ansiedade sem afetar demasiadamente as funções psíquicas e motoras do indivíduo, mas, apesar disso, reduzem o estado de alerta e afetam os processos de aprendizagem e memória. Embora sejam drogas seguras do ponto de vista físico-químico, em grandes doses podem causar ‘moleza’, dificuldade de ficar em pé, baixa pressão sanguínea e desmaios. Quadros de intoxicação e até coma podem acontecer quando o usuário alia os medicamentos a bebidas alcoólicas.

O uso contínuo por alguns meses pode ocasionar a dependência, com quadros de irritabilidade, insônia excessiva, sudoração, dor no corpo e, em casos extremos, convulsões.

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